domingo, 6 de junho de 2010

That is Beyond...

O que acontece quando você percebe um altíssimo grau de capacidade tanto para ser um herói quanto para ser um vilão repousando dentro de você?

A maioria naturalmente está predisposto a não ser nenhum deles, são as perdas civis das guerras. Outros poucos destinados a serem um ou outro.
Mas e quando se tem a opção?

Não tive uma presença paterna presente ou marcante, apesar do meu pai viver conosco até uns 3 ou 4 anos atrás. Era introvertido e por problemas de saúde sempre acabava perto dos adultos ao invés de brincar com outras crianças.
E como eu agradeço por isso.
Criança prodígio e madura demais para a idade, minha mãe me educou e eu aprendi. Posso ser o gentlemen dos sonhos de muita gente por aí.

Mas e daí? Você se pergunta. E daí que sem amizades e auto-suficiente, fui sozinho por aí aprender sobre o mundo, e o submundo. Posso ser o monstro dos pesadelos de muito mais gente por aí.

Mas e daí? Você me pergunta. E daí que cresci antropólogo por natureza. E daí que aprendi a ver mais os porquês por detrás de tudo do que o óbvio que está na minha frente. E daí que através disso vi como é fácil manipular as pessoas, criar e desfazer grupos, fantoches, aprendi a criar personagens e destruir vidas.

Bonzinho cansei de ser, de ser um cara legal também... Mais uma chance cara vida, e o meio termo se desfaz também. E sobra só o outro lado da moeda.
Já evitei demais, adoro ser vilão. Última chance consciência universal, e é xeque-mate.

7 comentários ébrios:

adriane disse...

E eu te mato.

Marconi disse...

Ouvi direito? Tu me ama?

adriane disse...

Vai dorme.

Marconi disse...

Me põe na cama...

[twitter dejavu?]

adriane disse...

Vai dorme sozinho.

Losterh disse...

Esse Mauro é um folgado. Hahaha

Losterh disse...

E mais outra, você eu rouo até o osso. Hahaha