Mostrando postagens com marcador politicagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador politicagem. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Post para meu amigo Mauro

Como vai meu velho camarada? Quanto tempo eu não vejo mais você.



Não acredite em horóscopo chinês, são só frases soltas.


Era só uma brincadeira, amigo. não fique triste se eu te trollei.

E encontrei ontem uma menina de cabelos curtos, amigo, lembrei de ti. Como se tu precisasse de ajuda com isso.


Assim, meu caro, há tempos não nos vemos e nem nos falamos. Nos distanciamos desde que fui pro Uruguay, ó vida.

E precisava te contar, meu velho... acho que estou na dúvida de novo. na mesma e velha boa dúvida. Coisas que não posso postar aqui, mas que trataremos logo, se o universo assim nos permitir.

E esperamos que o horóscopo chinês que leste pra mim naquela tarde, via msn se concretize no ano que vem. Estou mesmo precisando ser feliz.


Como se ninguém precisasse, não é?

Um forte abraço, meu velho amigo. saudades.










(sinceramente? tem que ser muito macho pra fazer um post desses)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Os críticos dos críticos

A voz do povo é a voz de Deus. Será?

Com o advento de novos meios do propagação de informação na internet, ser crítico ficou fácil. Atualmente os vlogs estão em alta, e com eles formadores de opinião de diversos campos.
Desde arte, música, cinema, até comportamento, política, mídia. Estão jogando verdades e mentiras na sua cara pra ver se tu engole tudo sem ter tempo de questionar. Entretanto, isso é percebido, e então se cria os críticos dos críticos.

Estes críticos fazem exatamente o mesmo que os outros, jogam verdades e mentiras a respeito das opiniões alheias com suas próprias opiniões. Então existe a guerra.

Basta gastar alguns minutos no twitter por exemplo. A onda do "CALA BOCA", obra prima dos críticos dos críticos, é a voz do povo [?] perante algo que os indigna. Mas... indigna mesmo? Ou melhor, deveria indignar?

Assim aconteceu com o Stallone. Exagerou na dose falando do Brasil e levou um shut up regado a caipirinha. Agora, exagerou mesmo, ou simplismente colocou o dedo na ferida, ou os dois? É como dizem, se não entendem a ironia, quem passa por idiota é tu. No próximo filme que ele vier fazer, torçamos para ele explodir, sei lá, Varginha, ninguém mais lembra de lá mesmo.

Muita gente se esqueceu [ou nunca aprendeu] a ler uma notícia imparcialmente, e então criar a sua própria opinião a respeito disso. Ou vai dizer que tu não gosta de acessar aquele site que enche de ironia e humor suas reportagens? Vai dizer que tu não morre de rir ou espuma de raiva quando vê algum vlogger por aí falando sobre algum assunto que tu tem interesse?

Os críticos, e seus críticos, estão aí, te enchendo de informações, valores, desvalores, gostos e contragostos. E você, vai conseguir te achar no meio disso tudo?

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Coloridos



Deixando bem claro, eu muitas vezes faço o comentário errado na hora errada. Não é algo que eu premedite, simplismente acontece. É algo que se tornou natural, pelo simples motivo que eu gostar de ver a reação das pessoas quando suas ideologias são contrariadas, mas que nem por isso quer dizer que eu não respeite a opinião de cada um.


Agora, o que dizer sobre essa geração colorida crescendo por aí?
É uma tribo sem ideologia e sem contexto.

Ou talvez eu pense demais na época em que cresci e nas pessoas com quem convivi. Quando uma pessoa tinha um estilo diferente, um visual fora do padrão, um comportamento alternativo àquele ditado pela sociedade, junto com isso vinha todo um discurso. Fosse a respeito de religião, política, literatura, filosofia, antropologia etc.
E é isso que me irrita nessa geração colorida. Primeiro começaram a se vestir como crianças, depois a demonstrar um QE também de crianças [de no máximo uns 7/8 anos], evitam conflitos, não colocam a boca no mundo por assuntos realmente significativos ["vô xingá muinto no tuíter!!!"], acham que todos devem ser liberais e ainda sonham com um mundo e uma vida utópica.

Estaria eu errado em criticar os pais destas criaturas?
Ao meu ver, os pais, sempre viram essas tribos da minha época com preconceito, preconceito esse que gerou discriminação. Daí, logicamente, eles é que não iam querer que seus filhos virassem uns revoltados/anarquistas/punks/desordeiros, então preferiram manter os seus filhos alienados, despreparados para a realidade do mundo. Mas todo jovem mais cedo, ou mais tarde, muda. E eles mudaram. Mudaram para isso que são, e pararam nisso, não evoluiram, mas por que?
Ora, os seus pais observaram essa mudança, e não viram aquele perfil agressivo e questionador o qual eles tanto temiam, então decidiram não ir contra esse novo perfil. E foi isso que faltou, o conflito necessário para que essa geração evoluísse seu pensamento, buscasse informações, contextos, histórias.




Se esse arco-íris vai durar muito tempo eu não sei, só sei que eu vou é continuar no meu mundo em preto e branco. Te garanto que meus tons de cinza são muito mais expressivos e ácidos que essas cores gritantes a lá Tiririca.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sobre viver, mudar e decidir

Momento de um post falado, um momento Lucky [sim, ele esperou por Godot {bem, não diretamente}] talvez... Vou olhar mais um video da Tessa e já continuo...

...

Ok, voltei...

Enfim, batatas cozidas em música troglodita bruscamente retorcida petulantemente ondulante e embarassada futebol vizinhos café requentado de madrugada numa noite estrelada com o pensamento distantemente numa distorsão indireta da realidade indissolúvel e conturbada Harley-Davidson David Coimbra cultura casa Quintana Ver!ssimo epifania gruta grita risada sorriso expressão dimensão caneca personal computer Google Trevanian livros muitos sebos amontoados num mar de vozes estranhamente sutis e distintas de maneira inintelegível apreciação da verdade mentirosa da casa da Joana e sua petulante mão conduzida por sua afável mãe calor vento chuva luz pessoas saudades curiosidades passado presente perfeito amor muro cão latido miado esguio flor nada mais compreensão de uma mente desunidamente reequilibrada razão e emoção estrelas num céu escuro.

Entendeu não? Então o dignissímo texto serviu ao seu propósito.
Não gostou? Não tive intenções de gosto, apenas de não entendimento.
Loucura? Sim, e necessária.
Por que? Sem motivo.
Heim? Isso mesmo, necessária e sem motivo. Lucky me lembrou, sempre lembra.
Quem? Lucky, já disse.
Donde? Aiai, "Waiting for Godot". Procure no YouTube. Acho que não tem em português.
Só isso? Não, agora senta que eu volto a ser eu.
Já estou sentado! E agora? Agora ignore o mundo, coloque uma boa música em uma linguagem que você não entenda, e leia, se você chegou até aqui, leia.

Nesse momento estou em dúvida se crio o resto da postagem baseado em reflexões do comportamento humano ou se faço você que está lendo refletir sobre isto.

Sabe, quando nem havia nascido eu quase morri, o cordão umbilical havia se enrolado no meu frágil pescoço fetal, mas não morri. Quando tinha poucos anos de vida, sempre cheio de doenças, quase morri uma noite, minha mãe me achou já frio na minha cama, me levou às pressas para o hospital, enrolado no cobertor, lá graças a uma injeção sei lá de quê usada em ultimos casos [que ou te salva, ou mata de uma vez] eu sobrevivi. Alguns anos mais tarde, brincando com meu irmão, um primo e um vizinho, construindo uma 'cabana' com dois cavalete e um barril de latão aberto, tudo desmorona, junto com as pedras que estavam em cima para manter o latão no lugar, durante muitos anos carreguei a cicatriz no meu pescoço de onde caiu, mas parou antes de alcançar realmente fundo, além de um dedão do pé quebrado. A alguns meses atrás quebrei o tornozelo, levantando do sofá, descobri que tenho osteopenia.
Aprendi a me auto-controlar, a ter paciência, a dar valor à moral, à honra e àquilo que eu considerava correto. Teci, por mim mesmo, minhas concepções de filosofia e sabedoria, e mais tarde vim a saber que oa antigos tinham idéias muitos semelhantes as que eu supunha. Escondi-me do mundo, e dele tentei aprender tudo o que pude, o que vivi, o que ouvi, o que vi, o que li, o que não vivi. Sofri, ah como sofri. Cheguei a um ponto em que o isolamento se tornou a minha maior verdade, pela vida, por opção, por amor, com dor, quebrei esse afastamento.
O mundo, ah já o conhecia, não me surpreendi, mas o senti, era o que me faltava, foi o que me completou. Conhecimento, sempre se pode ter mais, mas falo de ser e não ter, sou completo, mas não estou completo.

Sim, essa é minha vida, pela qual passei, na qual vivo, sem pressa, sem parar, sempre tudo ao seu tempo, aprendi que se não for assim, não a viverá, mas sim se arrependerá do como poderia ter vivido, ou de como viveu algo antes da hora.

E chegou agora a hora de fazer calar esses que estão por aí, a repetir palavras alheias, pessoas que não desenvolveram seus próprios pensamentos. Pessoas que por lerem muito e conhecerem pessoas com um grande conhecimento acumulado acham que têm opinião própria.
Rídiculos, vomitam as palavras proferidas por pensadores de milênios atrás. Se deixam levar sem notar por formadores de opinião, e cospem para cima quando resolvem falar sobre assuntos que sequer conheceram pessoalmente. Ousam satirizar e criticar quando alguém lhe dá uma opinião contrária a que lhe foi enfiada goela abaixo anteriormente, não sabem respeitar e aprender, a não ser que seja das mesmas fontes, como fantoche que não aceita outras mãos a não ser a do dono.
Vamos ver como será quando suas preciosas teorias forem quebradas e jogadas ao abismo, quem sabe a mediocridade dessa geração finalmente olhe para si mesma.

sábado, 14 de novembro de 2009





terça-feira, 30 de junho de 2009

Livros, futebol e politicas...

Terminei um livro a pouco.
Aquele tal de Amanhecer. Li em inglês no PC.
Pirataria? Não, comprei os outros da série, e tava com vontade de ler ele logo, e o comprarei [assim como faço com livros que apesar de ja ter lido, eu gosto] assim que sobrar uma grana.

Mas meu assunto é outro.
Sabe futebol? Aquele esporte que pelo o que a TV diz 99,99% da população brasileira ama?
Sabe política? Aquele negócio que pelo o que diz a TV 99,99% da população não está nem aí?
O que tem em comum?
Simples, quando não há chamativos no futebol, a politica se destaca, e quando há os tais atrativos da bola, a política some.
O Brasil ganhou a Copa das Confederações, VIVA [isso não mudará nada na minha vida], que senadores e atos secretos que nada afinal que diferença isso vai fazer [além de que eles tão brincando de milionários com o meu dinheiro suado]?
Somos o povo do futebol, não interessa se pagamos a maior taxa de imposto do mundo e não temos nada de volta, afinal sempre foi assim, quem sou eu pra mudar.
Temos algo que mais ninguém tem... o pentacampeonato.
Além disso temos o presidente mais popular da história, mesmo que ele não tenha escolaridade sequer pra ser gari, ele foi eleito porque tem uma história sofrida e foi um lider sindicalista [e com certeza não haveria ninguém mais qualificado que tivesse uma história sofrida e tenha sido um grande lider].

Quem sou eu? Um mero futuro professor de inglês pra falar alguma coisa? Já não basta ter de passar todos os meus alunos, afinal, onde já se viu um aluno reprovar em inglês? Absurdo.
Aonde já se viu se manifestar contra algo que já estava assim quando eu cheguei?
Aonde já se viu não beber umasinhas?
Aonde já se viu não gostar de carnaval?
Aonde já se viu não gostar de futebol?
Sabe aonde? Em algum lugar em que o povo aprendeu a pensar por si próprios.
Ou melhor, aonde o povo simplesmente aprendeu a pensar.